RESENHAS:
Antônio Carlos Miguel - O GLOBO
Rio de Janeiro, 05 de outubro de 2004.
A influência do rock progressivo é nítida em
"Triz" (Rock Symphony), mas o repertório e o bom
instrumental mostram que o cantor, compositor e multiinstrumentista
Alexl vai além do pastiche do gênero em seu disco.
Longas introduções marcam as composições,
que têm rebuscadas harmonias.
Lôis Lancaster - Rock Press
Ano IX (2004)- #59
O primeiro trabalho, autêntico e autoral, de um multi-instrumentista
que nunca escondeu suas influências progressivas, tinha de
ser assim: maturado durante anos e exaustivamente aperfeiçoado
em cada detalhe. É o lado nobre do progressivo que encontramos
aqui - o desenvolvimento harmônico e melódico dos temas,
a polifonia e a polirritmia que remetem a Gentle Giant e ao lirismo
vigoroso de King Crimson. Nada de firulas, tudo de composições.
Muito bom.
Philippe Armenise (Psycho Webzine)
http://www.psychowebzine.com/
(original em francês)
Algumas notas graves irrompem do piano... um tema se lança
para abrir este álbum de Alexandre Loureiro (ex-Turangula1
e ex-Raika, grupos brasileiros dos anos 90), algumas notas postas...
e nada nos dá alguma pista sobre a sequência desta
aventura...
De fato, através de " Triz " nosso guitarista-cantor
não estabelece limite algum às influências,
aos estilos, e é por isso que, depois das primeiras faixas,
já sabemos que o álbum nos abrirá novos horizontes,
uma verdadeira viagem inter-estilos que deleitará até
os mais curiosos por descobertas musicais.
Definido como um "rock de câmara ", semelhante
a um "jazz-world-prog" , este álbum impressiona
pela sua diversidade, e sua qualidade de execução.
Alternadamente, as faixas alteram ambientes, cores e ritmos antes
de retornar à este sotaque quente e ensolarado do Brasil...
um verdadeiro deleite!
Sem deixar de lembrar o gênio da aventura musical que era
Zappa ou ainda as polifonias vocais e ritmos sincopados próprios
do Gentle Giant, Alexl nos revela, neste Triz, um álbum rico,
com suas mudanças bruscas, seus refrões... e as suas
composições tão diversas quanto excelentes!
(1o nome da banda é Turarangalîla)
VM - www.progressor.net
http://www.progressor.net/review/alexl_2004.html
(original em inglês)
Preclusão: ALEXL é o pseudônimo de Alexandre
Loureiro. Nos anos 90, Alexl foi guitarrista e vocalista das bandas
brasileiras Turangalîla e Raika1 e agora, em seu primeiro
álbum solo, ele aparece como multi-instrumentista. De um
modo geral, a ficha técnica de "Triz" parece bem
promissora.
Sinopse: Temos aqui mais um álbum brilhante, surpreendentemente
repleto de idéias novas, refletindo uma abordagem de elementos
composicionais inovadora e até incomum para a corrente do
progressivo clássico-sinfônico e gêneros correlacionados.
Somente a primeira e a última faixas: "Todo o Tempo
do Mundo" e "enfim..." (12) fogem do estilo predominante
do álbum. A última é apenas uma brincadeira,
com algumas frases faladas por uma mulher, e a primeira, executada
exclusivamente por instrumentos de orquestra2, é uma excelente
peça de música erudita. Todas as outras composições,
sem exceção, são cheias de detalhes com arranjos
simplesmente imprevisíveis, pelo menos na maior parte das
vezes. Depois de um belo arranjo com instrumentos de orquestra,
tranqüilo e de fácil compreensão que abre a maioria
das faixas, tudo começa a se movimentar: caminhos familiares
tornam-se intransponíveis, as "armadilhas" tradicionais
desaparecem e outras surgem, o caminho torna-se ora fácil,
ora confuso além de qualquer descrição. Mas
é impressionante como isso tudo se encaixa excelentemente
em minha concepção do que seja o melhor Rock Progressivo!
A música é, portanto, altamente intrigante, mas isso
não é tudo. Ela é simplesmente mágica
do começo ao fim.
Algumas partes vocais a três ou quatro vozes podem remetê-lo
àquelas do Queen e do Gentle Giant mas exclusivamente por
motivos estruturais, já que todos as partes vocais principais
e de apoio na gravação são de fato distintas
e originais. As duas clássicas canções de art-rock
sinfônico, "Limites" e "Passatempo" (3
& 10), ambas sem o acompanhamento de bateria, lembram vagamente
a brilhante "Firth of Fifth" do Genesis (1973), mas apenas
pela beleza e clima geral, já que todo o arranjo instrumental
é único e genuinamente inspirado como todo o resto
neste fantástico álbum.
As outras cinco músicas, "Trancado por Dentro",
"Circulos", "vozes...vozes...", "Nós"e
"A Prece" (2, 5, 6, 8, & 11), são mais ecléticas
e, às vezes, quando texturas sinfônicas encontram aquelas
ligadas à música erudita e ao Rio de Janeiro, mais
exóticas. No entanto, cada uma das músicas do álbum
tem um calor sonoro perceptível quase que fisicamente, com
instrumentos acústicos (pianos, violinos, flautas, madeiras,
violão, percussões de pele e de metal) servindo de
cobertura para os arranjos bem como outros instrumentos elétricos,
incluindo o órgão Hammond. Embora hajam uns poucos
instrumentos orquestrais e outros acústicos em "Por
enquanto...", "Porém...quanto?" e "Relatividade"
(4, 7 & 9) todas as três instrumentais, estas são
verdadeiras fantasias e provavelmente as composições
mais intricadas, combinando todas as direções estilísticas
mencionadas anteriormente com jazz-fusion e prog-metal.
Conclusão: Eu gostei do álbum como um todo, tanto
quanto gostei de cada uma das faixas separadamente, já que
todas elas são verdadeiras obras de arte. Eu não ouvi
nada das bandas das quais Alexl fez parte antes, mas estou certo
que em "Triz" está exposto outro lado criativo
deste compositor e músico fantasticamente talentoso. Este
é um dos mais brilhantes trabalhos deste ano e é o
melhor progressivo brasileiro que eu ouvi até hoje. Eu creio
que não estaria errado em dizer que, com um álbum
como o do herói desta resenha, com tantos e inacreditáveis
atrativos e em todos os aspectos brilhante, podemos olhar confiantes
para o futuro do gênero.
6 de agosto de 2004.
(1 n.t. no Turangalîla, Alexl era multi-instrumentista e
vocalista e no Raika apenas baixista)
César Lanzarini (www.rockprogressivo.com.br)
http://www.rockprogressivo.com.br/canais/rev/alexl.htm
Alexandre Loureiro era integrante da mítica banda carioca
Turangalîla que ficou famosa por suas apresentações
inovadoras e músicas experimentais (influenciadas por Gentle
Giant). Este trabalho, como afirmou Alexl num bate-papo que tivemos,
demorou "alguns anos" para ficar pronto. Seu nome de trabalho
chegou a ser Tempus Fugit, mas por receio de confundir-se com a
homônima banda carioca de rock progressivo, ele preferiu mudar.
O CD é um trabalho muito bem elaborado, onde Alexl toca
quase todos os instrumentos, além de ser conceitual. As letras
(todas de Alexl) abordam o tema TEMPO e as músicas (algumas
instrumentais) passeiam pelo rock progressivo, MPB e clássico.
Alexl deu muita importância à produção
deste trabalho. A capa (por Bernard), a parte multímidia
(com 4 idiomas - português, inglês, espanhol e esperanto,
vários projetos de capas, 3 faixas extras, entre outros),
os arranjos vocais (a lá Gentle Giant) as composições
(algumas lembrando bastante o rock progressivo brasileiro dos anos
setenta, como A Barca do Sol, por exemplo), tudo conspira para que
este trabalho esteja entre os melhores do ano de 2004.
Lise (Hibou), Canada (www.progarchives.com)
http://www.progarchives.com/Progressive_rock_discography_BAND.asp?band_id=1130
(original em inglês)
ALEXL é na verdade uma banda-de-um-homem-só, neste
caso do multi-instrumentista Alexandre Loureiro, ex-membro do RAIKA
e do TURANGALÎLA, duas bandas brasileiras da década
de 90. Graduado pela UFRJ
(Universidade Federal do Rio de Janeiro), ela afirma ter composto
várias obras como trilhas para teatro, vídeo, cinema
e dança. Sua música, na verdade mais para um "rock
de câmara", incorpora elementos de YES e GENTLE GIANT
(por causa de dos vocais polifônicos e rítmos altamente
sincopados) bem como FRANK ZAPPA, talvez até GENESIS (pelo
"sabor" dos anos 70) e. é claro, música
popular brasileira.
Para este álbum, "Triz", ele teve a ajuda de mais
de 20 músicos, cantores e cantoras que tocam metais1, cordas2,
teclados, guitarras, clarinete, flautas, oboé, xilofone e
percussão entre outros. Suas peças são freqüentemente
curtas mas densas, complexas e muito bem trabalhadas, e com o emprego
de instrumentos acústicos dando um senso de leveza mesmo
quando a música toma um rumo mais pesado.
Longe de ser simplesmente uma colcha de retalhos gratuita das bandas
acima mencionadas, Loureiro consegue misturar todos esses elementos
num todo coerente, dando à sua música uma identidade
própria e genuína.
Os únicos "poréns" deste álbum -
se for mesmo necessário achar algum - talvez sejam a falta
de um baterista de verdade (ele usa baterias seqüenciadas)
e a produção que poderia ser um pouco mais "quente".
Não obstante, o resultado geral é, no mínimo,
brilhante e tem um agradável e exótico sabor de Brasil.
Especialmente recomendado aos entusiastas do GENTLE GIANT, mas
os fãs de ECHOLYN e SPOCK'S BEARD também se sentirão
em casa com ALEXL.
(1Naipe de instrumentos que inclui o trompete, trombone, tuba e
trompa entre outros.)
(2Naipe constituído pelo violino, viola, cello e contrabaixo).
Musea Records / www.cdandlp.com
http://217.128.227.4/Infosheet/4489.pdf
(original em francês)
Alexl, aliás, Alexandre Loureiro, nos anos 90 foi membro
, dos grupos brasileiros Turangula1 e Raika. Na ocasião da
gravação de "Triz" (2004), nosso simpático
cantor-guitarrista cercou-se de uma constelação de
músicos de talento (vocais masculinos e femininos, teclados,
violinos, violoncelo, flauta, trompete, trombone...). E este "rock
de câmara" é mais do que interessante! Mistura
influências que vão de Gentle Giant (polifonias vocais
e ritmos sincopados) às músicas brasileiras (samba
e bossa-nova2) passando por Frank Zappa e outros tenores do rock
progressivo (Yes, Camel...). As canções e peças
instrumentais são freqüentemente densas, intensas, complexas
e sutis, com este tão especial toque local cheio de energia
e sol. Eis, portanto, um excelente álbum, repleto de forte
identidade e de entusiasmo comunicativo. A descobrir!"
- Composições refinadas e complexas com arranjos
e sons diversos
- Uma música eclética, estusiasmante, pessoal e de
qualidade
(1o nome da banda é Turarangalîla)
(2caramba, onde esse sujeito encontrou isso?!?)
Greg Walker (Syn-Phonic Music)
http://synphonic.8m.com/country/brazil.htm
(original em inglês)
ALEXL - Rock sinfônico com violinos, violões, linhas
de baixo "quentes" e vocais femininos ocasionais. Realmente
bom!
Leonardo Nahoum (Rock Symphony)
http://www.rocksymphony.com/detalhes_noticias.asp?noticia=36
20/3/2004
'Triz', CD de estréia de Alexl (Alexandre Loureiro, ex-Raika
e Turangalîla), terá lançamento oficial dia
31 de março, no Espaço Cultural Constituição.
Alguns aficcionados da cena progressiva carioca ainda se lembram
da mítica banda Turangalîla, que, no começo
da década de 90, nos brindou com alguns (será que
foi no plural mesmo?) ótimos shows, onde desfiavam suas influências
de Gentle Giant e outros nomes em composições memoráveis.
Embora o grupo não tenha deixado registros, é com
grande satisfação que anunciamos o lançamento,
pela Rock Symphony e por nossa parceira francesa Musea, do primeiro
trabalho de Alexl (Alexandre Loureiro), um dos integrantes da saudosa
Turangalîla. Em "Triz", Alexl traz doze faixas que
se traduzem, simplesmente, no melhor e mais incrível trabalho
progressivo brasileiro desta década. São poucos os
superlativos para descrever a qualidade desta estréia. MPB,
Gentle Giant, Zappa, sonoridades folk e muito, sobretudo muito talento.
O disco será apresentado ao público no dia 31 de março,
quarta-feira, a partir das 18:00h, no Espaço Cultural Constituição,
que fica na Rua da Constituição, 34, Centro, Rio de
Janeiro, RJ. Estão todos convidados a comparecer para conhecer
tanto artista quanto obra - e a se deliciarem com a audição
do que pode muito bem ser o disco do ano. À venda em nosso
site a partir de 31/03.
Leonardo Nahoum (Rock Symphony)
Sai mês que vem mais um ótimo CD nacional pela Rock
Symphony: "Triz", primeiro disco do ex-Turangalila Alexandre
"Alexl" Loureiro!
Uma das mais inventivas bandas do cenário prog carioca no
início dos anos 90, o Turangalila não deixou nenhum
registro além das memórias dos espectadores de seu
único show, na extinta boate Psicose, na Tijuca. Felizmente,
o fim da banda não desviou todos os componentes da música.
Depois de Lôis Lancaster surpreender com seu novo e irreverente
grupo Zumbi do Mato, chegou a vez de Alexl (nome artístico
de Alexandre Loureiro) deslumbrar o mundo do progressivo e da MPB
(e o terreno enevoado onde os dois estilos se encontram) com um
disco de estréia carregado de brilhantismo. Valorizado por
um belo e moderno encarte desenhado por Bernard, o CD é um
primor de arranjos e execução. Flautas, violoncelo,
teclados, vocais bem cuidados e letras muito boas, tudo isso é
misturado em um caldeirão onde ficam claras as influências
de Gentle Giant, King Crimson, MPB de qualidade, Zappa e outros.
Simplesmente genial: mais uma prova de vida inteligente no planeta
Brasil. Não percam essa nova pérola do progressivo
(?) nacional!
Flávio Fonseca (Music Express)
http://www.musicexpress.com.br/noticiaPassada.asp?id=1172
Alexl lança Triz
O criativo compositor Alexl, que está estreando esta semana
no MusicExpress, fará uma noite de autógrafos no dia
31 de março, às 18 horas, no Espaço Cultural
Constituição, no centro do Rio de Janeiro.
O evento será o lançamento de seu CD Triz, do qual
algumas faixas podem ser ouvidas em sua página.
Quem quiser conhecer o trabalho lá, vai poder ouví-lo
continuamente e em bom volume num auditório, e experimentar
o multimídia que o acompanha num computador montado no local.
Alexl faz uma música instigante, que não cansa por
mais que se ouça, pois sempre há algo novo para descobrir
em seus contrapontos rítmicos e melódicos.
Jean (ProgGnosis)
http://user190176.wx17.registeredsite.com/MUSIC_DBCDInfo.asp
(original em inglês)
Boas novas! O progressivo está realmente vivo e muito bem
graças a Alexl e o soberbo álbum "Triz".
Eu já tinha ouvido falar muito bem do progressivo brasileiro
antes, mas ouvir este álbum realmente me deixa chapado! É
impossível classificar essa música com o auxílio
dos velhos mestres. E que grande contribuição para
o desenvolvimento do progressivo! Não importa que nome arrumemos;
escola sul-americana ou sei lá o quê, o principal é
que a música é totalmente nova e cheia de frescor.
Mas definitivamente progressiva!
Alexl é na verdade o multi-instrumentista Alexandre Loureiro,
ex-integrante das bandas Raika e Turangalîla e autor de diversas
trilhas sonoras para teatro, vídeo, cinema e dança.
Essas influências estão constantemente presentes em
"Triz" e misturadas com elementos progressivos de tal
modo que pelo menos o meu ouvido não muito educado para a
música brasileira aprecia-a com muito gosto.
"Triz" diz adeus a todos os clichés a que muito
freqüentemente temos de ouvir no progressivo moderno. Não
há sinal de soluções convencionais em lugar
algum. O uso de instrumentos acústicos dá à
música um grande senso de leveza mesmo quando a banda vai
para direções mais pesadas. É o que há
muito tenho esperado do cenário progressivo moderno: música
feita tanto pelo cérebro quanto pelo coração.
A música fica em constante flutuação sem soar
"matemática" ou excessivamente "intelectual".
"Triz" parece ser um álbum conceitual, pelo menos
a estrutura da música dá essa impressão. Pena
que meu português não seja tão bom assim1, e
deste modo não posso dizer nada sobre as letras - quem sabe
outro Proggnosticator2 não poderá esclarecer esta
parte posteriormente. Mas o que posso dizer é que os vocais
são fantásticos (tanto os masculinos quanto os femininos)
e os arranjos surpreendentes.
Se for absolutamente necessário citar uma banda similar,
talvez a Heavy Vegetable - de um modo meio estranho - seja a que
mais se aproxime. Com a diferença de que Alexl é bem
mais lírico e sofisticado. Esta é, definitivamente,
a minha escolha para melhor álbum de 2004!
5 Jun 2004
(1no multimídia da faixa bônus, todo o texto do encarte,
incluindo créditos e letras das músicas, tem versâo
em inglês, espanhol e esperanto)
(2colunista do site www.proggnosis.com)
Kinesis
http://www.kinesiscd.com/storeframe1.htm?brazil.htm
(original em inglês)
Um artista e um álbum, ambos brilhantes e novos, vindos
do Brasil, instantaneamente um dos melhores álbuns de rock
progressivo a surgir neste país. Pode-se perceber que a música
vem do Brasil não apenas pelo fato dos vocais estarem em
português. Uma deficiência na atual geração
de bandas progressivas é o fato de ser difícil perceber
qualquer coisa em sua música que sugira, mesmo que sutilmente,
seu país de origem, já que tem uma tendência
a tocar um progressivo genérico-anglo-internacional. Nem
sempre foi assim, e a primeira geração de bandas progressivas
brasileiras como Terreno Baldio, O Terço, Recordando o Vale
das Maçãs, e A Barca do Sol, para citar apenas algumas,
tinham algo de único em sua música. Triz tem relação
com todas essas bandas, a grosso modo uma combinação
de Gentle Giant e PFM da época de Photos of Ghosts, mais
alguns elementos brasileiros. Embora Gentle Giant seja a principal
influência, em apenas uma faixa essa influência é
óbvia, enquanto outras influências foram absorvidas
e integradas em algo original. Talvez a melhor definição
para a música de Alexl seja a combinação de
um clima pastoral com passagens instrumentais enérgicas e
complexas. A música apresenta um balanço bem apropriado
entre isntrumentos elétricos e acústicos, bons vocais
masculinos e alguns vocais femininos. 60 minutos mais o conteúdo
do CD-ROM.
Gates of Dawn
http://homepage2.nifty.com/gdawn/HTML/kako12.htm
(original em japonês)
CD de estréia, a muito esperado, de Alexl, novo e brilhante
talento brasileiro. O complexo trabalho vocal (reminiscência
do Gentle Giant) e os arranjos de rico colorido timbrístico
somados a uma seção de metais brilham neste álbum.
A primeira metade é muito boa, com suaves melodias em português
e instrumentos acústicos de sonoridade límpida e brilhante,
porém o mais incrível é a parte a contar da
7ª música, com um tom de "rock progressivo",
que se desdobra espetacularmente até deixar-nos sem fôlego!
Este álbum é todo muito bom, soa como uma refrescante
briza passando pelos meus pensamentos. Porém a tensão
que ele atinge em seu clímax é excepcional! Sem dúvida
um trabalho de um tipo muito raro de se encontrar. Fiquei realmente
muito impressionado, tenho de confessar...
Garden Shed CD (trad. Keiko Omata)
http://www.gardenshedcd.com/south/
(original em japonês)
Desde que ouvi um trecho deste álbum algum tempo atrás,
num instante percebi que se tratava de uma obra primorosa. A partir
da 3ª faixa, mais ou menos, fica ainda mais aparente o quanto
esse álbum é brilhante. De um modo geral, a flauta,
cello, oboé, violâo, sintetizador e as vozes passam
uma impressão suave e fantástica, porém a sonoridade
tecida pelos instrumentos às vezes aumenta em agressividade.
Poderia ser descrita como uma mistura de Gentle Giant e National
Health com a poesia de Marco Antônio Araújo. Imperdível,
principalmente para os fans de rock sinfônico e jazz rock.
A sonoridade da música em português também é
muito boa, com alguns vocais femininos ocasionais. A faixa 8 é
brilhante e soa como se "Siberian Khatru" fosse impregnada
de "Frank Zappa".
Enhanced-CD com várias imagens.
Cosmos Music
http://perso.club-internet.fr/cosmosm/nouveautes.html
(original em francês)
Alexl (nome de batismo, Alexandre Loureiro) é um músico
brasileiro, de talento inacreditável, tanto ao nível
de sua perícia, quanto ao número de instrumentos que
ele é capaz de tocar (teclados, violões, guitarras,
violino1, baixo, flauta1, percussões etc).
Como conteúdo deste "Triz", um progressivo clássico
e muito elegante que remete às vezes ao Sagrado2 (o violino,
sem dúvida!) e ao Genesis, notadamente quando os violões/guitarras
(arpejos suntuosos!) e a flauta sabem o que fazer... Mas a personalidade
de Alexl tem muitas formas e, com isso, dá à sua música
ainda outras facetas. Alguns ligeiros toques de jazz vêm enriquecer
ainda mais uma proposta, por si já opulenta, para fazer de
"Triz" um belo sucesso.
(1Alexl não toca violino nem flauta. Outros músicos
foram convidados para tocar esses instrumentos)
(2Sagrado Coração da Terra; banda do músico
mineiro Marcus Viana)
Camelot Club - Vigevano
http://xoomer.virgilio.it/massorla/CAMELOT%204.doc
(original em italiano)
ALEXL - TRIZ: Atenção amantes do Gentle Giant: ente
homem-banda brasileiro recupera a escola desta banda e, conseqüentemente,
faz um dos mais belos CDs dessa época e, apesar das limitações
de um trabalho solo, rico em idéias originais como há
muito não sentíamos. Ótimo.
Fred Delforge (Zicazine)
http://www.zicazic.com/zicazine/index.php?option=content&task=view&id=2987&Itemid=62ALEXL
(original em francês)
Os mais bem informados se lembrarão de Alexandre Loureiro,
por sua participação, na década de 90, nas
bandas brasileiras Turangula1 e Raika... Multi-instrumentista experiente,
Alexl preferiu se cercar, para seu álbum solo, de vários
músicos renomados e descobriu, em seu caminho, um modo de
garantir belas passagens de violino, cello, piano e metais. Efeito
tremendo assegurado para um disco com um encantamento surpreendente
e um caldeirão onde se fundem andamentos de um rock refinado
e um progressivo engenhoso...
Eu poderia simplesmente dizer que adorei as guitarras/violões
de "Triz", seus sinos, suas vozes polifônicas, seu
trombone... estaria simplificando demais mas dizendo a mais pura
verdade! Alexl foi muito bem sucedido em seu esforço de conjugar
uma escrita sofisticada e um entusiasmo comunicativo durante os
60 minutos de música que ele nos propõe. Sem perder
a garra, "Triz" apresenta algumas belas "guinadas"
e divagações bem interessantes que conseguem manter
a atenção do começo ao fim da obra.
Inspirado tanto em Zappa quanto em Gentle Giant, Alexl conseguiu
encontrar um estilo forte e com alma. Isto só aumenta o valor
de um músico que ganha mais ao ser descoberto pelo que faz
hoje em vez do que pelo que fez no passado, ainda que pretigioso.
Cada um apreciará a seu modo faixas diametralmente opostas
tais como "Limites", "Círculos", "Relatividade"
ou "Porém...quanto?", mas todos concordarão
que Alexl coloca, com "Triz", uma peça fundamental
no tabuleiro de xadrez do rock progressivo brasileiro. Boa jogada!
Terça-feira, 13 de julho de 2004
(1o nome da banda é Turarangalîla)
Marco Piva (MovimentiProg)
http://www.movimentiprog.net/modules.php?op=modload&name=Recensioni&file=view&id=1110
(original em italiano)
Após uma discreta carreira que o levou, nos anos 90, a
participar das bandas progressivas Turangalîla e Raika1, Alexl
(Alexandre Loureiro) lança este "Triz", seu primeiro
álbum como solista.
Com a ajuda de vários convidados, o guitarrista e cantor
(além de ser, neste disco, tecladista e programador das baterias
eletrônicas) grava estas doze faixas (bem, na verdade "enfim...",
a faixa que fecha o álbum, é apenas uma contagem regressiva
de sete segundos) que ele pessoalmente compôs nestes últimos
anos.
Suas influências são bem variadas e vão de
Gentle Giant (inconfundível em algumas melodias vocais) a
Frank Zappa, da música popular brasileira ao jazz, passando
pelos mestres do progressivo dos anos 70, além de há
alguns aspectos absolutamente originais (como o ritmo da bateria
absurdamente obsessivo que acompanha boa parte do "Nós");
tal variedade pode levar a uma confusão indecifrável
ou a uma obra-prima de equilíbrio, e Alexl foi bem sucedido
no intento de atingir este último objetivo.
Este "Triz" é um álbum complexo no sentido
de que várias partes e passagens são bastante particulares,
certamente difíceis de serem tocadas, mas é ao mesmo
tempo agradável de se ouvir, algumas vezes bem relaxante,
e permite uma dupla abordagem: de um lado, a do simples ouvinte
"profano", que pode apreciar as atmosferas criadas por
Alexl, e de outro a do expert, que sem dúvida apreciará
as muitas facetas interessantes apresentadas neste CD. Compra obrigatória.
Nosso voto;
Marco Piva: (10)
(1O Raika era, na verdade, uma banda de hard rock)
M.M. - Music in Belgium
http://www.musicinbelgium.net/pl/modules.php?name=Reviews&rop=showcontent&id=402
(original em francês)
Alexl, cujo verdadeiro nome é Alexandre Loureiro, ex-membro
de Turangula1 e Raika, cerca-se aqui de tanto músicos que
seria fastidioso citar. A música, bastante sofisticada, soa
como um rock sinfônico de coloração latina,
o que não exclui uma certa ênfase e mesmo, em alguns
momentos, uma certa grandiloqüência.
As faixas:
- "Todo o Tempo do Mundo" é uma introdução
ideal ao álbum. Ela define o tom e o clima geral. Gabriel
Gagliano toca clarinete e Marcos Nogueira, piano, enquanto Alexl
ocupa-se dos "samples".
- "Trancado por Dentro" é uma música tipicamente
brasileira, muito suave, colorida de esperança e alegria
de viver. Nesta música, Alexl toca a maior parte dos instrumentos.
- "Limites" comporta partes cantadas por Alexl (tenor)
e Marco Assumpção (barítono).
- "Por Enquanto..." começa-se ligeiramente como
o Genesis o fazia ao tempo de Peter Gabriel. Segue-se então
um trecho de bravura instrumental muito bonito onde as percussões
são onipresentes.
- "Circulos" sucede-lhe com polifonias vocais que nos
lembram Gentle Giant. Do mesmo modo...
- "vozes...vozes...", muito mais experimental (não
fica muito distante de Frank Zappa), comporta uma introdução
surpreendente. A voz de Vani Ribeiro conta muito na qualidade desta
faixa, assim como o contraponto entre os diversos instrumentos:
violino, cello, violões, baixo... magníficas harmonias
vocais terminam esta faixa mantendo a mesma qualidade.
- "Porém... quanto?", derrota pela sua ênfase.
Aqui, são os metais que têm a parte mais bonita, ainda
que as guitarras sustentem a dança. O ritmo repetitivo e
sustentado perpetua-se até ao fim. Sem transição,
passa-se a...
- "Nós", onde polifonias vocais fazem maravilhas.
A Alexl, decididamente, não falta perícia.
- "Relatividade" mostra todo o virtuosismo dos músicos2
e sua aptidão para passar de um gênero ao outro: aqui,
estamos no limite das improvisações jazzísticas.
- "Passatempo" alterna as intervenções vocais
de Pénélope e de Alexl, que toca violão, guitarra
e baixo.
- "a Prece" é a última peça soberba
do álbum. Violinos, cellos, e a ocarina de Alexl são
os ingredientes que fazem dela, uma faixa muito bonita, com polifonias
vocais, como sempre, brilhantes.
- "enfim..." termina o álbum por uma saída
um tanto truncada... com indicação da hora. Pelo menos,
original.
30-Jun-2004
Crítico: MM
(1o nome da banda é Turarangalîla)
(1 em "Relatividade", exceto pelos teclados e bateria
seqüenciados, todos os instrumentos são tocados por
Alexl)
The Missing Piece
http://www.missingpiece.net/index.lasso
(original em inglês)
Alexl é o pseudônimo do guitarrista e vocalista brasileiro
Alexandre Loureiro. Nos anos 90 Alexl foi guitarrista e vocalista
das bandas brasileiras Turangula1 e Raika2, e agora, em seu primeiro
álbum solo, ele aparece como multi-instrumentista. Ele também
convidou um monte de músicos para a bateria, flauta, violino,
cello, clarinete e oboé. Um álbum fantástico
que, tanto musicalmente como vocalmente, lembra Gentle Giant. Um
álbum original, complexo mas ainda assim melódico
que eu realmente recomendo. Não é muito comum hoje
em dia você ouvir algo dessa originalidade que ainda assim
atinge facilmente seu coração. ALTAMENTE RECOMENDADO
(Martin)
(1o nome da banda é Turarangalîla)
(1 n.t. no Turangalîla, Alexl era multi-instrumentista e vocalista
e no Raika apenas baixista)
Xavier Méra - Progressia
http://www.progressia.net/index.php4?rub=chroniques&idchronik=436
(original em francês)
Alexl é Alexandre Loureiro, cantor e multi-instrumentista
que ficou conhecido nos anos 90 ao participar dos bandas brasileiras
Turangula1 e Raika. Neste álbum, ele é o comandante,
mas seus acompanhantes, estão à altura: mais de vinte
músicos são convidados: metais, cordas, teclados,
guitarras, clarinete, oboé, flautas, xilofone e percussões,
entre outros. Sua paleta sonora é, portanto, bem ampla. Resta
saber o que ele faz disso.
Todo suspense deve ser imediatamente eliminado: nós temos,
aqui, algo de muito especial a fazer. A música de Alexl é
solidamente ancorada na tradição do progressivo clássico
dos anos 70. Seu vocabulário é especialmente influenciado
por Yes e Gentle Giant, mas certos momentos evocam também
Frank Zappa e Genesis. O que temos de tão paticular aqui?
Não se trataria apenas de um clone a mais? Certamente não.
Por um lado, as influências se integram perfeitamente: como
acontece com os clássicos de Spock's Beard, se alguém
puder reconhecer facilmente suas fontes de inspiração,
não poderá achar sequer uma sombra de plágio,
por enquanto. Além disso, essas referências são
habilmente combinadas com elementos da música brasileira
tradicional. Essa mistura no entanto, nunca soa como uma justaposição
heterogênea em busca de uma originalidade gratuita. Ao contrário,
ao ouvinte, ele se apresenta como dono de seu próprio caminho.
Ao longo de todo o disco, temos uma música densa, contrariamente
a um Spock's Beard que, para tornar seu propósito mais digerível,
teria feito a escolha de colocar ideias mais "pop" entre
as suas peças mais consistentes.
Do ponto de vista rítmico, o conjunto, do começo
ao fim, é altamente sincopado. Já, ao nível
vocal, as inúmeras seqüências harmônias
- à Gentle Giant - são perfeitamente talhadas. Além
disso, em mais uma tarefa onde apenas os melhores obtêm êxito,
Loureiro é bem sucedido, já que sua música,
embora caracterizada por grande riqueza de instrumentação,
nunca parece pesada. Convenhamos que isto é a prova de sua
habilidade no processo de composição: somente idéias
fortes levam a tal performance.
É difícil encontrar defeito neste álbum, a
não ser, evidentemente, por aqueles que odeiam Yes, Gentle
Giant ou o lado ligeiramente exótico da música brasileira.
Lamenta-se apenas o fato de Loureiro não ter contratado os
serviçøs de um verdadeiro baterista. Suas programações
são excelentes mas nada substitui o verdadeiro som da bateria.
A produção também poderia ter sido um pouco
mais "quente". A escolha de certos sons dos teclados poderia
ter sido melhor, mas essas pequenas falhas não podem alterar
a constatação de que "Triz" é um
grande sucesso, a ser colocado em sua discoteca entre os melhores
álbuns do Echolyn e do Spock's Beard. Alexl fez seu próprio
caminho.
(1o nome da banda é Turarangalîla)
Jornal das Gravadoras - novembro
2004
Ílton (?)
Alexl Alexandre Loureiro, ou Alexl (seu nome artístico),
faz do rock progressivo a base de seu primeiro disco solo, "Triz".
São faixas longas, instrumental complexo e letras ultra-viajantes
que não faltam indagações sobre o lugar do
homem no universo, ou seja, um tema recorrente dentro do mundo do
progressivo. A produção do disco é primorosa,
tanto a gráfica quanto a sonora. O que não funciona
é a feitura de algumas canções, que poderiam
ter sido melhor trabalhadas, é o caso de "Limites",
bom arranjo mas de letra pobre, e "Vozes...vozes..." que
não diz coisa com coisa. Aquela que melhor codifica os símbolos
progressivos, sem parecer piegas ou confuso, é "Nós",
completa em tudo que se propõe. Agradável, sem apelar
às firulas, e concisa em sua mensagem, sem abusar de termos
rebuscados. Talvez o multi-instrumentista Alexl estivesse preocupado
com a parte instrumental e esqueceu de que mesmo no rock progressivo
ser compreendido é importante
COMENTÁRIOS:
"Esse trabalho é a continuação do 'Clube
da Esquina'; é o 'Clube da Esquina' perdido..."
Marcos Vinício Nogueira -
Professor de Composição - UFRJ
"Muito obrigado pelo CD que você me deu. É muito
interessante e eu gostei muito. Você é um artista muito
criativo e dou os meus parabéns por suas idéias musicais
brilhantes."
Frank Colón - percussionista
(Manhattan Transfer, Wayne Shorter etc)
(original em inglês)
"Este álbum é fantástico - certamente
um dos melhores trabalhos da última década. Estou
bastante tocado pelo seu trabalho, e desejo tudo de bom para seus
próximos empreendimentos. Enquanto isso, estou contando para
meus amigos sobre sua música e este site."
Ken Klapper
(original em inglês)
"Eu comprei seu CD "Triz" por recomendação
do cara no stand da Rock Symphony no (Festival) Baja Prog no mês
passado. Eu não conhecia seu trabalho ou qualquer uma das
bandas das quais você participou, mas o sujeito foi tão
estusiástico que eu resolvi dar uma chance.
Não dá pra dizer o quanto eu estou impressionado com
sua música. Você combina beleza, complexidade e imaginação
para criar uma música que não saiu do meu aparelho
de CD (...) Eu tinha de dizer o quanto eu adorei sua música."
Clint Collins - Baixista
(original em inglês)
Olha, Alexl, vc está de parabéns com seu CD, viu?
Maravilhoso... realmente um trabalho feito com muito amor, talento,
cuidado, imaginação e originalidade. Estou gostando
demais e quero ouvi-lo muito mais vezes.
Amy Hildreth Duncan - pianista e compositora
Amei, amei, amei...
Genial, criativo, bonito, bom-gosto...
Parabéns!
Agora, vê se manda projeto pro BNDES, Funarte, etc pra gente
ver ao vivo. Se precisar da minha ajuda, estou aí!
Passo adiante.
Cândida Borges - pianista
"Viva Alexandre!
Recebi há dias em CDr o seu álbum das mãos
de um amigo meu, o Nuno Lourenço da ProgGnosis, ele disse-me
"ouve isto"... e estou completamente rendido. Nunca tinha
escutado prog brasileiro que me convencesse realmente. Normalmente
falta-lhe tudo o que o seu trabalho "Triz" tem: carácter,
originalidade, sentido de composição e aquela complexidade
simples que faz dele um gosto imediato!! Agora, está na minha
lista de compras! Um abraço de Portugal, e espero que os
meus patrícios reparem também neste seu fabuloso trabalho."
Luis Loureiro
"Oi Alexl, queria parabenizá-lo pelo CD, é um
trabalho muito caprichado e bem elaborado. Gostei dos seus arranjos
e vejo que não se trata de música descartável,
você de fato tem talento e gosta do que faz. Além disso,
o multi-mídia ficou muito interessante."
Luciane Monteiro
(...) "Quanto ao tempo, 7 anos não é muito para
um disco que também é sobre o próprio tempo...
é empunhar a espada (ou o baixo - as fotos também
estão muito legais, assim como os demais extras) e continuar
lutando, principalmente quando se tem o que dizer, já que
em especial algumas faixas como "Todo o Tempo do Mundo"
e "Limites", pelo menos para mim, dizem muito cada vez
que as escuto, assim como todo o disco."
Léo Ferretti
"É disso que precisamos na música brasileira!
Espero que a esse, se sucedam outros CDs. Parabéns!"
Neide Poyart
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